DREAM 485

Convido um colega de trabalho meu para o bar (isto já aconteceu na realidade), antes disto, separo cartas de um baralho espanhol por alguma categoria (naipe, talvez). Noto que faltam algumas cartas para completar algumas pilhas (a de copas e paus, talvez). Noutra parte do sonho, estou flutuando (como um espectador, e intangível) pela beira rio em Blumenau (até esse ponto não percebo que estou em minha cidade). Após observar algumas barbáries no trânsito, sigo um veículo que vira à esquerda e adentra a rua XV, aí me dou conta de que estou na minha cidade. Embora reconheça minha cidade, ela adota aspecto do ano de 1972 e eu a exploro ainda na condição de observador como se operasse o Google Maps / Street View. Em outro momento, peso um prato (sem comida) em um restaurante comum (meu pai está do meu lado, e meu irmão numa mesa mais afastada, éramos crianças) no intuito de descontar o valor do peso do prato, e meu pai diz ao dono: “O valor do prato é da cor dos olhos de meus filhos”. Mais tarde, no banheiro da escola relato o acontecimento do Google Maps de 1972 para o Gui e o Rodolfo (Rodolfo faz aparição no sonho provavelmente porque foi citado na realidade alguns dias anteriormente ao sonho, e eu constatei ter esquecido da existência deste). Supostamente no mesmo sonho momentos depois (e já mais velho) dirijo a palavra à um grupo de pessoas incitando um debate com o questionamento de que se “lugar de fala” se configuraria como argumento do tipo ad hominem.

Luiz Fernando Zarth Filho

Blumenau, Brasil

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