DREAM 472

Tinha perdido um braço. Consegui de forma desconhecida arranjar um braço e numa rápida cirurgia, voltei a ter braço esquerdo. As cicatrizes eram enormes e eu escondia o braço, que não parecia meu, de toda a gente. Uns dias mais tarde a Vera Mantero apareceu morta sem braço esquerdo. O meu novo braço era dela e eu fui acusada pela comunidade da dança por ser assassina.

Márcia Alexandra Neto Lança

Lisboa

Portugal

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