DREAM 445

estava na casa da avó materna. lá fazia um esforço imenso para ajudar a professora de butô ana medeiros. quando digo a ela que infelizmente, não irei conseguir, ela me leva a sala ao lado. dizendo pra eu ajeitar minha postura física. alguém passa um pombo vivo preto nas minhas costas. depois percebo que é meu tio quem faz. diz que investiu muito naquele cômodo e no outro cômodo que logo entro. nessa sala muito comum a mim. me sento há outras pessoas. pela janela do jardim de inverno há uma imensa cobra colorida saindo da parede. sem fim. dizem que é gaia. fico ligeiramente impressionada. saio de lá sentindo o calor na espinha pelo pombo. vou em uma ocupação faço desenhos. sou ofendida por uma integrante da casa inutilmente chamada. saio de lá depois de discutir com a imagem dos desenhos na memória. na raça o amigo trans preto me defende, apesar do meu “marido”. vou a escola que estudei a 1ª série. escadas. me desvinculo. há fotos geracionais minhas lá penduradas.

Fernanda campanella carlet

Porto Alegre

Brasil

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