DREAM 112

Sonho fragmentado 1: em frente a uma clínica de Brasília, espero um uber (?), muito aflita pois estou indo encontrar uma amiga cuja mãe está na UTI com suspeita de estar com a covid-19. tudo dá errado… encontro não acontece, nada… Sonho fragmentado 2: embaixo do minhocão, em SP, vou encontrar 3 amigos que me esperam dentro de um carro, quando chego, começamos a conversar sobre os impactos da pandemia nas artes, seguimos com o carro pelo minhocão, subimos a augusta, descemos a consolação… o assunto continua, as ruas estão vazias… entramos numa galeria que está em montagem de exposição… escuro alguém falar sobre o adiamento e sumir… enquanto isso, penso q preciso vender o carro (?) e começo a cantar “será que eu sou medieval? baby eu me acho um cara tão atual” do cazuza… acordo com a música na cabeça. Sonho fragmentado 3: estou em alguma cidade do interior e vejo a instalação do Chris Burden (com vergalhões de ferro enterrados no chão, aquela q atrai muitos raios) mas a instalação está encoberta por uma plantação de bananeiras… eu quero tirar as bananeiras pra ver os vergalhões e vou pra um bar, boteco próximo, uma coisa meio bacurau, chegando lá, dois meninos pequenos vêm me vender pano de prato… eu não tinha comido nada, peço uma torta transparente. vou pra um evento no meio da cidade, encontro um amigo hippie e a gente compra um padê azul royal…

Brasília

Brasil

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