DREAM 39

Relato do sonho de 26/3/2020 Estava no antigo apartamento dos meus avós no Guarujá. Com alguns amigos não identificáveis. Descobrimos que existe um espécie de “sótão” secreto no prédio. Conseguimos entrar, é um lugar abandonado, cheio de pó. Explorando o quartinho descobrimos que há um segundo espaço, muito, muito maior. Lá o chão é coberto por areia. Existem vários armários, mapotecas e materiais. Remete a um estúdio de artista plástico, mas há também placas afixadas no alto com escritos: sapatos, moda feminina, etc. como se fosse uma loja de departamento. As placas estão sujas e enferrujadas. O ambiente sugere que ninguém entrava lá a muito tempo. Todos nós começamos a explorar este segundo ambiente. Me pergunto se estas coisas eram do meu avô ou de algum artista misterioso. Mais a frente vemos uma terceira sala, esta com grandes janelas e com uma vista incrível da paisagem (estamos no alto do prédio). O que se descortina na nossa frente é um cenário tipo lençóis maranhenses: varias lagoas rodeadas por enormes bancos de areia com alguma vegetação. Saímos pela janela e começamos a andar pelo telhado (Eternit com impermeabilização asfáltica). Como é um sonho com um passo vamos do telhado para os bancos de areia que estão metros abaixo de nós. Ou melhor, as telhas eternits com asfalto vão se transformando em areia com manchas de óleo a medida que vamos andando. Caminhando pela areia vejo uma destas manchas se transformando em uma cobra preta com a cabeça em forma de cunha, tipo um Naja. Mas eu exclamo: vejam! Uma cobra d’água! A cobra se desviava assustada das pessoas que andavam pela praia. Entre a areia e a agua. Mas nos estávamos andando lado a lado (abraçados?) de forma que criávamos uma espécie de muralha ambulante. Quando nos defrontamos com a cobra ela não sabe pra onde ir e vem em nossa direção assustada e assustadora. Com medo nos separamos e saímos correndo. Daí eu estou na vila de pescadores (tipo Itaúnas) ruas de terra, sem calçadas, casas e barzinhos simples. Eu vejo (me transformo) no ator Paulo José. Começo a interpelar os transeuntes perguntando sobre o meu filho. Pois ele saiu sem dinheiro e eu quero entregar lhe o cartão de credito da mãe dele. Fim

Rogério Borovik

São Paulo

Brasil

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